5.06.2010

Lápis Azul



Ricardo Rodrigues é daqueles casos que merecia um povo mais interveniente que exigisse já a sua demissão. Ninguém deveria ser representado por este deputado socialista.
Em vez de abordar o tema quente de hoje, vou levar-vos para 1997. O jornalista Estêvão Gago da Câmara foi ilibado pelo tribunal de acusações de difamação e injúria. Quem é que apresentou estas queixas? Ricardo Rodrigues. A notícia do referido jornalista, colaborador à data no jornal Açoriano Oriental, foi publicada e estabelecia a ligação de Ricardo Rodrigues com uma rede de burla qualificada e falsificação de documentos em Vila Franca do Campo, na ilha de São Miguel.

"Os tribunais decidem, está decidido e a matéria acabou." Ricardo Rodrigues.

É assim que Ricardo Rodrigues resolve as coisas. Isso já é matéria do passado, não tem interesse. Ninguém devia aceitar este tipo de comportamento por parte de um elemento da NOSSA assembleia da república. Gago da Câmara escreveu ainda que considerava um erro tremendo a inclusão de Ricardo Rodrigues nas listas fosse de que partido fosse, uma pessoa que esteve envolvido "com um gangue internacional na qualidade de advogado, sócio e procurador de uma sociedade offshore" não deveria nunca entrar no mundo da política.
Podem dizer "Ah! João olha que isso é um ataque ao homem." É verdade. E gostava de acrescentar uma conclusão fantástica, parecida aliás às do vice-presidente da bancada socialista:

"O povo decidiu, estás despedido."

3 comentários:

dina disse...

o jogo da política tem estratégias e lances que ninguém percebe, ou melhor, alguns pensam dominar mas de facto a ideia que dá é que o novelo já está tão embaraçado que só cortando podemos voltar á ponta do fio....

Tinta Caiada disse...

mto bom post!!!

Tinta Caiada disse...

mto bom post!!!